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	<title>Pensamentos Incompletos</title>
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	<description>Textos, poesias, músicas</description>
	<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 13:56:10 +0000</pubDate>
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		<title>Eu</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 13:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34; Eu nunca fui uma mo&#231;a bem-comportada. Pudera, nunca tive voca&#231;&#227;o pra alegria t&#237;mida,pra paix&#227;o sem orgasmos m&#250;ltiplos ou pro amor mal resolvido sem solu&#231;os. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.N&#227;o estou aqui pra que gostem de mim.Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot; Eu nunca fui uma mo&ccedil;a bem-comportada. <br />Pudera, nunca tive voca&ccedil;&atilde;o pra alegria t&iacute;mida,pra paix&atilde;o sem orgasmos m&uacute;ltiplos ou pro amor mal resolvido sem solu&ccedil;os. <br />Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.N&atilde;o estou aqui pra que gostem de mim.Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.E pra seduzir somente o que me acrescenta. <br />Adoro a poesia e gosto de descasc&aacute;-la at&eacute; a fratura exposta da palavra. <br />A palavra &eacute; meu inferno e minha paz. <br />Sou dram&aacute;tica, intensa, transit&oacute;ria e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta. <br />Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. <br />Sei chorar toda encolhida abra&ccedil;ando as pernas. <br />Por isso, n&atilde;o me venha com meios-termos,com mais ou menos ou qualquer coisa.Venha a mim com corpo, alma, v&iacute;sceras, tripas e falta de ar&#8230; <br />Eu acredito &eacute; em suspiros,m&atilde;os massageando o peito ofegante de saudades intermin&aacute;veis,em alegrias explosivas, em olhares faiscantes,em sorrisos com os olhos, em abra&ccedil;os que trazem pra vida da gente. <br />Acredito em coisas sinceramente compartilhadas. <br />Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma,no toque mesmo, na voz, ou no conte&uacute;do. <br />Eu acredito em profundidades. <br />E tenho medo de altura, mas n&atilde;o evito meus abismos. <br />S&atilde;o eles que me d&atilde;o a dimens&atilde;o do que sou.&quot; </p>
<p>&nbsp;- texto de Maria de Queiroz&nbsp;</p>
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		<title>Ana Carolina</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 11:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

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		<description><![CDATA[31/10/2008 - Show tudo de bom, do tipo amo muito tudo isso! rsrs
A ansiedade da espera foi recompensada totalmente&#8230;.

Os meus olhos cheios d&#225;gua Seu mar vazio Qual &#233; o fio que nos une e nos separa? 
Eu quero seu sorriso No correr da minha hora E n&#227;o falta nada pra gente ser feliz agora 
S&#243; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>31/10/2008 - Show tudo de bom, do tipo amo muito tudo isso! rsrs</p>
<p>A ansiedade da espera foi recompensada totalmente&#8230;.</p>
<p><img alt="" src="http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/files/2008/10/ana.jpg" /></p>
<p>Os meus olhos cheios d&aacute;gua <br />Seu mar vazio <br />Qual &eacute; o fio que nos une e nos separa? </p>
<p>Eu quero seu sorriso <br />No correr da minha hora <br />E n&atilde;o falta nada pra gente ser feliz agora </p>
<p>S&oacute; por voc&ecirc; eu dei at&eacute; o que eu n&atilde;o tive <br />H&aacute; tantos que vivem, sem viver um grande amor <br />Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre <br />Me prenda em seus bra&ccedil;os <br />&Eacute; o que eu te pe&ccedil;o </p>
<p>Somos um barco no meio da chuva <br />Um edif&iacute;cio no meio do mundo <br />Fortes e unidos como a imensid&atilde;o <br />Num passeio no meio da rua <br />Vamos dias e noites afora <br />Agora podemos ver na escurid&atilde;o </p>
<p>S&oacute; por voc&ecirc; eu dei at&eacute; o que eu n&atilde;o tive <br />H&aacute; tantos que vivem, sem viver um grande amor <br />Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre <br />Me prenda em seus bra&ccedil;os <br />&Eacute; o que eu te pe&ccedil;o</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Aconteceu</title>
		<link>http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/2008/10/23/aconteceu/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 13:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu quando a gente n&#227;o esperava Aconteceu sem um sino pra tocar Aconteceu diferente das hist&#243;rias Que os romances e a mem&#243;ria T&#234;m costume de contar Aconteceu sem que o ch&#227;o tivesse estrelas Aconteceu sem um raio de luar O nosso amor foi chegando de mansinho Se espalhou devagarinho Foi ficando at&#233; ficar Aconteceu sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#800080">Aconteceu quando a gente n&atilde;o esperava <br />Aconteceu sem um sino pra tocar <br />Aconteceu diferente das hist&oacute;rias <br />Que os romances e a mem&oacute;ria <br />T&ecirc;m costume de contar <br />Aconteceu sem que o ch&atilde;o tivesse estrelas <br />Aconteceu sem um raio de luar <br />O nosso amor foi chegando de mansinho <br />Se espalhou devagarinho <br />Foi ficando at&eacute; ficar <br />Aconteceu sem que o mundo agradecesse <br />Sem que rosas florescessem <br />Sem um canto de louvor <br />Aconteceu sem que houvesse nenhum drama <br />S&oacute; o tempo fez a cama <br />Como em todo grande amor</font></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aconteceu - Adriana Calcanhotto</p>
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		<title>musica</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 14:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[A musica faz parte da vida de muita gente, algumas parecem feitas sob medida para aquele momento da nossa vida, muitas cumprem bem o papel de expressar o que vai em meus pensamentos, (posts de musicas aos montes) .. rsrsrs
Vai mais uma:
&#160;
&#34;Tenho andado distra&#237;do, impaciente e indeciso, e ainda estou confuso s&#243; que agora &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A musica faz parte da vida de muita gente, algumas parecem feitas sob medida para aquele momento da nossa vida, muitas cumprem bem o papel de expressar o que vai em meus pensamentos, (posts de musicas aos montes) .. rsrsrs</p>
<p>Vai mais uma:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><font color="#800080">&quot;Tenho andado distra&iacute;do, impaciente e indeciso, e ainda estou confuso s&oacute; que agora &eacute; diferente, estou t&atilde;o tranquilo e t&atilde;o contente&#8230;&quot;</font></p>
<p>somente esse trechinho combina comigo hoje&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu não paro</title>
		<link>http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/2008/10/14/eu-nao-paro/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 13:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando eu vou parar e olhar pra mim Ficar de fora E olhar por dentro Se eu n&#227;o consigo Organizar minhas id&#233;ias Se eu n&#227;o posso Se eu esque&#231;o de mim? 
E eu pensei que fosse forte Mas eu n&#227;o sou 
Quando eu vou parar pra ser feliz Que hora Se n&#227;o d&#225; tempo Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/files/2008/10/12522.jpg" alt="" /></p>
<p>Quando eu vou parar e olhar pra mim <br />Ficar de fora <br />E olhar por dentro <br />Se eu n&atilde;o consigo <br />Organizar minhas id&eacute;ias <br />Se eu n&atilde;o posso <br />Se eu esque&ccedil;o de mim? </p>
<p>E eu pensei que fosse forte <br />Mas eu n&atilde;o sou </p>
<p>Quando eu vou parar pra ser feliz <br />Que hora <br />Se n&atilde;o d&aacute; tempo <br />Se eu n&atilde;o me encontro <br />Nos lugares onde eu ando <br />Nem me conhe&ccedil;o <br />Viro o avesso de mim? </p>
<p>Se eu n&atilde;o sei o que &eacute; sonhar <br />Faz tanto tempo <br />Tanto mar <br />E o meu lugar <br />&Eacute; aqui? </p>
<p>Uma rua atravessada em meu caminho <br />Nos meus olhos <br />Mil far&oacute;is <br />Preciso aprender a andar sozinho <br />Pra ouvir minha pr&oacute;pria voz <br />Quem sabe assim <br />Eu paro pra pensar em mim <br />Quem sabe assim <br />Eu paro pra pensar em mim</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>M&uacute;sica - Ana Carolina</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Amanhã</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 17:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanta coisa nova acontecendo, algumas boas, outras nem tanto, despedidas, novos horizontes e o desconhecido pela frente&#8230;
Teimo em temer o desconhecido, quando tantas vezes ele se mostrou agrad&#225;vel, mas a adrenalina, esse &#34;frio&#34; na boca do est&#244;mago &#233; inevit&#225;vel e incontrol&#225;vel. Por que tememos o desconhecido?
Pela primeira vez em muito tempo n&#227;o sei ao certo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tanta coisa nova acontecendo, algumas boas, outras nem tanto, despedidas, novos horizontes e o desconhecido pela frente&#8230;</p>
<p>Teimo em temer o desconhecido, quando tantas vezes ele se mostrou agrad&aacute;vel, mas a adrenalina, esse &quot;frio&quot; na boca do est&ocirc;mago &eacute; inevit&aacute;vel e incontrol&aacute;vel. Por que tememos o desconhecido?</p>
<p>Pela primeira vez em muito tempo n&atilde;o sei ao certo o que ser&aacute; amanh&atilde; e nem tenho planos para ele, que estranho! O mais estranho &eacute; que me sinto bem&#8230; vai entender!</p>
<p>&quot; &#8230;.Como ser&aacute; o amanh&atilde;, responde quem puder, o que ir&aacute; me acontecer o meu destino ser&aacute; como Deus quiser&#8230;&quot;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Despedida</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 11:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mim, e por v&#243;s, e por mais aquilo que est&#225; onde as outras coisas nunca est&#227;o, deixo o mar bravo e o c&#233;u tranq&#252;ilo: quero solid&#227;o. 
Meu caminho &#233; sem marcos nem paisagens. E como o conheces? - me perguntar&#227;o. - Por n&#227;o ter palavras, por n&#227;o ter imagens. Nenhum inimigo e nenhum irm&#227;o. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#993300">Por mim, e por v&oacute;s, e por mais aquilo <br />que est&aacute; onde as outras coisas nunca est&atilde;o, <br />deixo o mar bravo e o c&eacute;u tranq&uuml;ilo: <br />quero solid&atilde;o. </p>
<p>Meu caminho &eacute; sem marcos nem paisagens. <br />E como o conheces? - me perguntar&atilde;o. <br />- Por n&atilde;o ter palavras, por n&atilde;o ter imagens. <br />Nenhum inimigo e nenhum irm&atilde;o. </p>
<p>Que procuras? Tudo. Que desejas? - Nada. <br />Viajo sozinha com o meu cora&ccedil;&atilde;o. <br />N&atilde;o ando perdida, mas desencontrada. <br />Levo o meu rumo na minha m&atilde;o. </p>
<p>A mem&oacute;ria voou da minha fronte. <br />Voou meu amor, minha imagina&ccedil;&atilde;o&#8230; <br />Talvez eu morra antes do horizonte. <br />Mem&oacute;ria, amor e o resto onde estar&atilde;o? </p>
<p>Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra. <br />(Beijo-te, corpo meu, todo desilus&atilde;o! <br />Estandarte triste de uma estranha guerra&#8230;) <br />Quero solid&atilde;o. <br /></font></p>
<p><font color="#993300">Cec&iacute;lia Meireles</font></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem vai dizer tchau?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 11:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando aconteceu? N&#227;o sei Quando foi que eu deixei de te amar? Quando a luz do poste n&#227;o acendeu? Quando a sorte n&#227;o mais p&#244;de ganhar? N&#227;o De longe me disse um n&#227;o Mas quem vai dizer tchau? Onde aconteceu? N&#227;o sei Onde foi que eu deixei de te amar? Dentro do quarto s&#243; estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#808080">Quando aconteceu? <br />N&atilde;o sei <br />Quando foi que eu deixei de te amar? <br />Quando a luz do poste n&atilde;o acendeu? <br />Quando a sorte n&atilde;o mais p&ocirc;de ganhar? <br />N&atilde;o <br />De longe me disse um n&atilde;o <br />Mas quem vai dizer tchau? <br />Onde aconteceu? <br />N&atilde;o sei <br />Onde foi que eu deixei de te amar? <br />Dentro do quarto s&oacute; estava eu <br />Dormindo antes de voc&ecirc; chegar <br />Mas, n&atilde;o <br />N&atilde;o foi ontem que eu disse n&atilde;o <br />E quem vai dizer tchau? <br />A gente n&atilde;o percebe o amor <br />que se perde aos poucos sem virar carinho <br />guardar l&aacute; dentro o amor n&atilde;o impede <br />que ele empedre mesmo crendo-se infinito <br />Tornar o amor real &eacute; expuls&aacute;-lo de voc&ecirc; <br />para que ele possa ser de algu&eacute;m <br />Somos, se pudermos ser ainda <br />Fomos donos do que hoje n&atilde;o h&aacute; mais <br />Ouve o que houve <br />E o que escondem em v&atilde;o <br />Os pensamentos que preferem calar <br />Se n&atilde;o <br />Ir&aacute; nos ferir o n&atilde;o, <br />Mas que n&atilde;o quer dizer tchau.</font></p>
<p><font color="#808080"></font></p>
<p><font color="#808080">(Nando Reis)</font></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>.</title>
		<link>http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/2008/10/03/98/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 14:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34; Deitada em minha rede com o livro sobre meu colo em ext&#226;se purriss&#237;mo&#8230;n&#227;o sou mais aquela menina com seu livro,mas uma mulher com seu amante..!! &#34;
&#160;
Clarice Lispector
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#339966"><strong>&quot; Deitada em minha rede com o livro sobre meu colo <br />em ext&acirc;se purriss&iacute;mo&#8230;n&atilde;o sou mais aquela menina <br />com seu livro,mas uma mulher com seu amante..!! &quot;</strong></font></p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong><font color="#339966">Clarice Lispector</font><br /></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dom Casmurro</title>
		<link>http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/2008/10/01/dom-casmurro/</link>
		<comments>http://pensamentosincompletos.blog.terra.com.br/2008/10/01/dom-casmurro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 17:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana3085</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34;Continuei a alisar os cabelos, com muito cuidado, e dividi-os em duas por&#231;&#245;es iguais, para compor as duas tran&#231;as. N&#227;o as fiz logo, nem assim depressa, como podem supor os cabeleireiros de of&#237;cio, mas devagar, devagarinho, saboreando pelo tacto aqueles fios grossos, que eram parte dela. O trabalho era atrapalhado, &#224;s vezes por desazo, outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Continuei a alisar os cabelos, com muito cuidado, e dividi-os em duas por&ccedil;&otilde;es iguais, para compor as duas tran&ccedil;as. N&atilde;o as fiz logo, <br />nem assim depressa, como podem supor os cabeleireiros de of&iacute;cio, mas devagar, devagarinho, saboreando pelo tacto aqueles fios grossos, que eram parte dela. O trabalho era atrapalhado, &agrave;s vezes por desazo, outras de prop&oacute;sito para desfazer o feito e refaz&ecirc;-lo. Os dedos ro&ccedil;avam na nuca <br />da pequena ou nas esp&aacute;duas vestidas de chita, e a sensa&ccedil;&atilde;o era um deleite. Mas, enfim, os cabelos iam acabando, por mais que eu os quisesse intermin&aacute;veis. N&atilde;o pedi ao c&eacute;u que eles fossem t&atilde;o <br />longos como os da Aurora, porque n&atilde;o conhecia ainda esta divindade que os velhos poetas me apresentaram depois; mas, desejei pente&aacute;-los por todos os s&eacute;culos dos s&eacute;culos, tecer duas tran&ccedil;as que pudessem envolver o infinito por um n&uacute;mero inomin&aacute;vel de vezes. Se isto vos parecer enf&aacute;tico, desgra&ccedil;ado leitor, &eacute; que nunca penteastes uma pequena, nunca pusestes as m&atilde;os adolescentes na jovem cabe&ccedil;a de uma ninfa&#8230; Uma ninfa! Todo eu estou mitol&oacute;gico. Ainda h&aacute; pouco, falando dos seus olhos de ressaca, cheguei a escrever T&eacute;tis; risquei T&eacute;tis, risquemos ninfa, digamos somente uma criatura amada, palavra que envolve todas as pot&ecirc;ncias crist&atilde;s e pag&atilde;s. Enfim acabei as duas <br />tran&ccedil;as. Onde estava a fita para atar-lhes as pontas Em cima da mesa, um triste peda&ccedil;o de fita enxovalhada. Juntei as pontas das tran&ccedil;as, uni-as por um la&ccedil;o, retoquei a obra, alargando aqui, achatando ali, at&eacute; que exclamei: <br />&#8211;Pronto! <br />&#8211;Estar&aacute; bom? <br />&#8211;Veja no espelho. <br />Em vez de ir ao espelho, que pensais que fez Capitu? N&atilde;o vos esque&ccedil;ais que estava sentada, de costas para mim. Capitu derreou a cabe&ccedil;a, a tal ponto que me foi preciso acudir com as m&atilde;os e ampar&aacute;-la; o espaldar da cadeira era baixo. Inclinei-me depois sobre ela rosto a rosto, mas trocados, os olhos de uma na linha da boca do outro. Pedi-lhe que levantasse a cabe&ccedil;a, podia ficar tonta, machucar o pesco&ccedil;o. Cheguei a dizer-lhe que estava feia; mas nem esta raz&atilde;o a moveu. <br />&#8211;Levanta, Capitu! <br />N&atilde;o quis, n&atilde;o levantou a cabe&ccedil;a, e ficamos assim a olhar um para o outro, at&eacute; que ela abrochou os l&aacute;bios, eu desci os meus, e&#8230; <br />Grande foi a sensa&ccedil;&atilde;o do beijo; Capitu ergueu-se, r&aacute;pida, eu recuei at&eacute; &agrave; parede com uma esp&eacute;cie de vertigem, sem fala, os olhos escuros. Quando eles me clarearam vi que Capitu tinha os seus no ch&atilde;o. N&atilde;o me atrevi a dizer nada; ainda que quisesse, faltava-me l&iacute;ngua. Preso. atordoado, n&atilde;o achava gesto nem &iacute;mpeto que me descolasse da parede e me atirasse a ela com mil palavras c&aacute;lidas e mimosas&#8230; &quot;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amo esse livro desde a primeira vez que o li, &uacute;nico eleito a releitura, por in&uacute;meras vezes, &uacute;nico a conseguir esse feito, j&aacute; que n&atilde;o gosto de reler um livro. Saborei cada palavra por incont&aacute;veis vezes e incont&aacute;veis vezes ei de faz&ecirc;-lo&#8230; </p>
<p>Fica aqui minha pequena e modesta homenagem a Machado de Assis.</p>
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